Publicado por Osvaldo Cruz em 13/09/2018 às 1:36 am Nenhum Comentário

naom_5b99aab9e8e68ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin concedeu nesta quarta-feira (12) prazo de 15 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o relatório da Polícia Federal (PF) que finalizou o inquérito que tem o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco como investigados.

“Tendo em vista que foi acostado aos autos o relatório conclusivo da autoridade policial dê-se vista dos autos à Procuradoria-Geral da República, para que se manifeste no prazo de 15 dias”, decidiu o ministro.

De acordo com depoimento de delação premiada do ex-executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho, houve um jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, para tratativas de um repasse de R$ 10 milhões como forma de ajuda de campanha para o PMDB, atualmente MDB.

O caso envolve o suposto favorecimento da empresa Odebrecht durante o período em que Padilha e Moreira Franco foram ministros da Secretaria da Aviação Civil, entre os anos de 2013 e 2015. Na época, Temer era vice-presidente da República.

No prazo de 15 dias, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, deverá decidir se denuncia os acusados ao STF, solicita o arquivamento do inquérito ou aguarda o término do mandato do presidente e envia a investigação para a primeira instância da Justiça.

De acordo com a Constituição, o presidente não pode ser responsabilizado por atos fora do mandato. O inquérito trata de fatos investigados quando Temer era vice-presidente.

Na semana passada, após a conclusão do inquérito da PF, em nota, o Palácio do Planalto contestou a conclusão do inquérito da Polícia Federal: “É um atentado à lógica e à cronologia dos fatos”. Disse ainda que “a investigação se mostra a mais absoluta perseguição ao presidente, ofendendo os princípios mais elementares da conexão entre causa e efeito”.

Segundo a nota, o pedido de apoio à campanha eleitoral do PMDB “ocorreu dentro de todos ditames legais”, e os recursos doados em contas do partido foram declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Agora, sem conseguir comprovar irregularidades nas doações, o delegado aponta supostos pagamentos ocorridos em março como prova dos crimes, ou seja, dois meses antes do jantar”, destaca o Planalto, em referência a um encontro, no Palácio do Jaburu, com a participação de Temer, Padilha e Odebrecht, ocorrido em maio de 2014.

Com informações da Agência Brasil.

 

 

0 Comentários

Deixe o seu comentário!



Anuncio!
Camara
0ad30d01-5cfb-4eae-9ee3-4dc4731a0a16
0369803f-9212-40f8-aae5-944a96f9d421
68405cc7-9576-4269-94e3-a12bc6c00164
3a6ba88c-bd6d-4715-9ff0-848957817313
b197ae5c-5cff-4c5f-a0c3-ea1dc4449104
21742913_398474310549713_538333983765388527_n
logo
ac2989e4-2a4a-4646-b359-36f246ef1e62
images
2c96748c-7aca-464f-a9f4-5edb11afe3da
Lene
Camara
0ad30d01-5cfb-4eae-9ee3-4dc4731a0a16
0369803f-9212-40f8-aae5-944a96f9d421
68405cc7-9576-4269-94e3-a12bc6c00164
3a6ba88c-bd6d-4715-9ff0-848957817313
b197ae5c-5cff-4c5f-a0c3-ea1dc4449104
21742913_398474310549713_538333983765388527_n
logo
ac2989e4-2a4a-4646-b359-36f246ef1e62
images
2c96748c-7aca-464f-a9f4-5edb11afe3da
Lene

Enquete


    • Sorry, there are no polls available at the moment.

  • O Povo Fala